Há somente duas maneiras de se aprender algo, isso mesmo, somente duas. Tudo na chamada experiência humana deverá levar primeiramente em consideração o que é bom para o humano, e apenas isso. Qualquer aprendizado que seja realizado a partir do uso indevido do humano nunca será positivo, quer seja para o espirito encarnado neste humano, quer seja para qualquer outro espirito-humanizado, ou seja, um aprendizado incorreto sempre mostrará tal incorreição, o que significa que não era necessário ter ocorrido daquela maneira que vitimou irremediavelmente o corpo fisico humano, dependência total do espirito em sua oportunização de VIDA.
Uma das maneiras de se aprender, é apenas observar sem experenciar, e tirar inúmeras conclusões dessas observações, isso é totalmente correto quando a situação observada assim o exige, quer seja por serem observações sobre coisas intrinsecamente “fisicas e concretas”, quer sejam perigosas ou potencialmente danificadores do nosso corpo fisico. Inúmeras pessoas em todo o planeta têm optado por buscar importantes aprendizados utilizando de maneira indevida essa primeira maneira de aprender, tais pessoas estão experenciando sexos, drogas, amizades por “interesses emocionais” ou outros tipos de interesses, casamentos, etc.. ou seja, um variado rol de “relacionamentos” teoricamente consigo mesmo mas tendo como fonte algo, ou alguém fora de si mesmo, ou seja, buscando no outro, e no outro, e no outro... aquilo que já deveria estar dentro de si mesmo como uma fonte de conhecimento de si próprio e como uma fundamentação para quaisquer outras posteriores experimentações.
O único relacionamento real é o do individuo com ele mesmo e, então, somente após tal relacionamento estar sedimentado como positivo para esse individuo ele estará pronto para vários relacionamentos externos e emocionalmente amadurecidos com outros individuos. Não se amadurece enquanto apenas e fundamentalmente se segue o “caminho do outro”. (Kim Kyria-Chen)
A outra maneira, é nos prepararmos para “entrarmos” fisica e/ou mentalmente nas experiências, mas, somente dessa maneira. Nos “prepararmos” antecipadamente da forma o mais ampla possivel. Antes de subjugarmos, de assimilarmos tais experiências, nunca poderemos saber exatamente, e não “perfeitamente”, o que somos, o que não somos, o que queremos ser e o que “podemos” ser, se assim o desejarmos. Desta maneira, não importa qual será o aprendizado, para ele deveremos estar o melhor possivel preparados, caso contrário, tal aprendizado será somente uma marca que nos machuca, nos magoa, nos limita em nossa confiança naquilo que “sabemos”. Uma das maneiras mais difundidas é a visualização, a outra, menos conhecida, vem como contribuição de uma cultural milenar, A Morte do Xamã, engana-se aquele que pensa que tal contribuição está direcionada somente aos “entendidos”, este é um legado de um dos muitos povos da Terra para todos aqueles que querem, precisam, estão realmente dispostos ao autoconhecimento pela superação da dependência emocional em relação a um ou a vários outros individuos e/ou propriedades materiais, ou a ilusão da existência dessas como solução para as dificuldades terreanas. (Alixie Mites)
Uma das maneiras de se aprender, é apenas observar sem experenciar, e tirar inúmeras conclusões dessas observações, isso é totalmente correto quando a situação observada assim o exige, quer seja por serem observações sobre coisas intrinsecamente “fisicas e concretas”, quer sejam perigosas ou potencialmente danificadores do nosso corpo fisico. Inúmeras pessoas em todo o planeta têm optado por buscar importantes aprendizados utilizando de maneira indevida essa primeira maneira de aprender, tais pessoas estão experenciando sexos, drogas, amizades por “interesses emocionais” ou outros tipos de interesses, casamentos, etc.. ou seja, um variado rol de “relacionamentos” teoricamente consigo mesmo mas tendo como fonte algo, ou alguém fora de si mesmo, ou seja, buscando no outro, e no outro, e no outro... aquilo que já deveria estar dentro de si mesmo como uma fonte de conhecimento de si próprio e como uma fundamentação para quaisquer outras posteriores experimentações.
O único relacionamento real é o do individuo com ele mesmo e, então, somente após tal relacionamento estar sedimentado como positivo para esse individuo ele estará pronto para vários relacionamentos externos e emocionalmente amadurecidos com outros individuos. Não se amadurece enquanto apenas e fundamentalmente se segue o “caminho do outro”. (Kim Kyria-Chen)
A outra maneira, é nos prepararmos para “entrarmos” fisica e/ou mentalmente nas experiências, mas, somente dessa maneira. Nos “prepararmos” antecipadamente da forma o mais ampla possivel. Antes de subjugarmos, de assimilarmos tais experiências, nunca poderemos saber exatamente, e não “perfeitamente”, o que somos, o que não somos, o que queremos ser e o que “podemos” ser, se assim o desejarmos. Desta maneira, não importa qual será o aprendizado, para ele deveremos estar o melhor possivel preparados, caso contrário, tal aprendizado será somente uma marca que nos machuca, nos magoa, nos limita em nossa confiança naquilo que “sabemos”. Uma das maneiras mais difundidas é a visualização, a outra, menos conhecida, vem como contribuição de uma cultural milenar, A Morte do Xamã, engana-se aquele que pensa que tal contribuição está direcionada somente aos “entendidos”, este é um legado de um dos muitos povos da Terra para todos aqueles que querem, precisam, estão realmente dispostos ao autoconhecimento pela superação da dependência emocional em relação a um ou a vários outros individuos e/ou propriedades materiais, ou a ilusão da existência dessas como solução para as dificuldades terreanas. (Alixie Mites)

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